Raiça Bomfim


Eu vi um teatro nas águas de um rio

março de 2018

Edição: 19


Sinto uma opressão no peito: algo em mim parece estar sendo comprimido, suprimido, sufocado. Compreendo, depois de muita angústia, que isso tudo pode não ser nada: um nada que precisa de espaço; um nada que preciso ser.

Foto de Mariana David

Sobre o solo “ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz”, de Isaura Tupiniquim

novembro de 2017

Edição: 18


Um corpo que se dissolve em múltiplas direções e, assim, nos dissolve junto, fazendo-nos turvos e desterrados: é assim que vivencio o que reconheço como a política fundamental do espetáculo - desterritorializar-se de um eu-tempo-espaço-definido para, então, habitar multiplicidades de ser.

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