Cênicas


A UM PASSINHO DO CÉU

março de 2018

Edição: 19


Embora o pensamento objetivista não reconheça o sujeito da paixão como o sujeito do conhecimento, qualquer um que já se sentiu afetado sabe: é muito mais fácil escrever se alimentados por amor ou ódio.

O olhar de Felícia na Terra Lume

março de 2018

Edição: 19


O aquecimento do ar e sua subsequente expansão, se atravessados por uma descarga elétrica, gera um som chamado “trovão”. Alguns seres também são chamados assim quando atuam como catalizadores e podem utilizar todo potencial de energia que têm ao alcance para concretizar a tarefa pretendida.

Por que não teatro?

março de 2018

Edição: 19


Começar a movimentar esta Gangorra graças ao peso de uma das histórias mais clássicas da literatura infantil revela muito da realidade da produção das artes para infância em nossa cidade.

Eu vi um teatro nas águas de um rio

março de 2018

Edição: 19


Sinto uma opressão no peito: algo em mim parece estar sendo comprimido, suprimido, sufocado. Compreendo, depois de muita angústia, que isso tudo pode não ser nada: um nada que precisa de espaço; um nada que preciso ser.

Presunções críticas

março de 2018

Edição: 19


Li, certa vez, que criticar é por em crise.  Na época isso fez bastante sentido pra mim. Na verdade, o sentido não me pareceu algo a ser questionado, afinal eu era apenas uma estudante de letras, e o que pode uma estudante de letras contra as máximas dos teóricos europeus?

RETRÔ

novembro de 2017

Edição: 18


Selfie sobre a primeira morte da Revista Barril de Artes Cênicas

ENTRE CAVALOS E SUICIDAS

novembro de 2017

Edição: 18


“Um dia esse menino voa”, proclamava minha vó enquanto me via balançar os braços debaixo da mesa. Uma criança pode agitar os braços como quiser, mas eu agitava diferente. Eram…

PARA QUE O CÉU SEJA CÉU

novembro de 2017

Edição: 18


Conversa de vagalumes sobre o espetáculo Para que o céu não caia, da Cia. Lia Rodrigues de Danças

MEDITAÇÕES CENACULARES

novembro de 2017

Edição: 18


Sobre o texto “Matheus Nachtergaele, a sua peça é triste e necessária!”, de Cristina Leifer, no site Cenáculo Núcleo de Estudos Teatrais.

Sobre o solo “ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz”, de Isaura Tupiniquim

novembro de 2017

Edição: 18


Um corpo que se dissolve em múltiplas direções e, assim, nos dissolve junto, fazendo-nos turvos e desterrados: é assim que vivencio o que reconheço como a política fundamental do espetáculo - desterritorializar-se de um eu-tempo-espaço-definido para, então, habitar multiplicidades de ser.

ERA UMA VEZ, NUM STAND-UP UMBANDISTA DE BRASÍLIA

outubro de 2017

Edição: 17


Sobre “Humor de Santo”, de Paulo Mansur

ESTAÇÃO JOELMA

outubro de 2017

Edição: 17


Rizoma de Joelma, espetáculo de Fábio Vidal e Edson Bastos, inspirado na trilha de Luciano Simas e Ronei Jorge

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