Cênicas


Ensaio* crtl+alt+del: um artista-curador ziguezagueando em experiências de artes cênicas na internet

abril de 2021

Edição: 22


Como produzir presença, intimidade e cumplicidade com um desconhecido? E se essa pessoa fosse inventada e tivesse memórias e desejos produzidos por um grupo de pessoas? E se as histórias compartilhadas ao pé do ouvido e na palma da mão quisessem te fazer experimentar a passagem do tempo?

Todas as peças, nenhuma peça: um passeio pelas experiências do teatro virtual

abril de 2021

Edição: 22


Mas o teatro segue fazendo o que sempre fez: sobreviver. É incrível pensar que, numa época em que nenhuma peça está em cartaz, todas as peças estão em cartaz.

A espectadora de bolor

março de 2021

Edição: 22


Sair do ensimesmamento, admitir a fragilidade e a fantasmagoria de todos os entes vivos também são formas de vitalidade. Que não estejamos imunes a elas.

Não acredito que a covid nos separa

fevereiro de 2021

Edição: 22


Até então reagia às agressões enquanto um homem que apresentou uma performance. E enquanto homem, eu tenho medo. Enquanto artista, o medo existe. É diferente. Eu não “tenho” medo. O medo “está lá”.

A Pedra Curatorial

fevereiro de 2021

Edição: 22


O kaminho decolonial ou kontra-kolonial é longo e cheio de pedras, mas não são as pedras que devem ser condenadas: as pedras nos cantam sobre os futuros, são nossas aliadas.

Foto Fantasma – Teatralidade e os presentes da performance

fevereiro de 2021

Edição: 22


As fotografias sujam a presença pura da performance, tiram sarro dela, pedem revisão histórica e clamam pelo acerto de contas.

Leia-me um pouco bêbada ou comendo algo que goste

junho de 2020

Edição: 21


Comemoro a existência de todos esses trabalhos desenvolvidos durante a pandemia, que celebram a vida, e rearranjam a possibilidade do encontro.

Movimento Social*

maio de 2020

Edição: 21


A conectividade agrava a sensação de isolamento, como quando finalmente saímos, vemos o vazio na cidade e dizemos: minha casa é menos inóspita que isso, vou voltar para dentro.

ENTREVISTAS COM O SUL

março de 2020

Edição: 21


No lugar de metafísica, o monopólio. No lugar da busca do sentido, produção de sentido. No lugar do reclame a soluções, proposição. No lugar de espírito, corpo. O conceito de práxis nunca teve um sentido tão violento quanto no sul global, arriscaria dizer.

Menina Jesus e o espírito do capitalismo na arte

março de 2020

Edição: 21


A crítica, seja ela cruel, apaziguadora, ácida, violenta, elogiosa, entusiasmada, apaixonada ou branda, deve ser sempre a expressão de uma cisão, e nunca de uma adesão. A adesão não constrói a negatividade essencial ao pensamento crítico.

Notas sobre Seu Bomfim, o tempo e a memória

março de 2020

Edição: 21


Seu Bomfim também é sobre o tempo e sua impiedade, é sobre caminhar entre ruínas, estar na terceira margem, onde não há ancoragem possível.

UMA MULHER QUE RI

junho de 2018

Edição: 20


Um teatro, uma igreja, o terreiro-mãe da São Salvador: coisas que convivem em mim e no Centro Cultural da Barroquinha, aonde vou chegando para ver Iyá Ilu.

EMERSÕES

junho de 2018

Edição: 20


Se um dos entendimentos sobre arte contemporâneas a coloca no lugar da arte da experiência total – corpo, ética, estética, política, pensamento, como sendo a mesma coisa – QUASEILHAS é seu sinônimo.

O TABU NO TRONO

junho de 2018

Edição: 20


Alguns universos são tão naturalizados na formação estética das crianças - incluindo-se aí as crianças que os adultos outrora foram - que não é fácil lançar um olhar distanciado sobre as histórias e narrativas que deles provêm.

Crítica: crise: clichês

junho de 2018

Edição: 20


Ir na etimologia da palavra crítica e pensá-la como crise é um clichê, mas qual outra saída se apresenta, se o que ainda mais temos são os clichês sobre a crítica, sobre o papel do crítico, sobre o que o crítico deve pensar, como deve agir, a quem deve elogiar ou não elogiar? Se o que mais temos são as crises contínuas da crítica por toda parte?

QUANDO TRINCAM AS JANELAS

junho de 2018

Edição: 20


  Quando alguém reconhecido e amparado pelo sucesso e pelo status quo silencia sobre algum tema relevante tudo permanece igual no tribunal. Mas, se um fracassado se acovarda e se abstém, as paredes da realidade chacoalham.

A UM PASSINHO DO CÉU

março de 2018

Edição: 19


Embora o pensamento objetivista não reconheça o sujeito da paixão como o sujeito do conhecimento, qualquer um que já se sentiu afetado sabe: é muito mais fácil escrever se alimentados por amor ou ódio.

O olhar de Felícia na Terra Lume

março de 2018

Edição: 19


O aquecimento do ar e sua subsequente expansão, se atravessados por uma descarga elétrica, gera um som chamado “trovão”. Alguns seres também são chamados assim quando atuam como catalizadores e podem utilizar todo potencial de energia que têm ao alcance para concretizar a tarefa pretendida.

Por que não teatro?

março de 2018

Edição: 19


Começar a movimentar esta Gangorra graças ao peso de uma das histórias mais clássicas da literatura infantil revela muito da realidade da produção das artes para infância em nossa cidade.

Eu vi um teatro nas águas de um rio

março de 2018

Edição: 19


Sinto uma opressão no peito: algo em mim parece estar sendo comprimido, suprimido, sufocado. Compreendo, depois de muita angústia, que isso tudo pode não ser nada: um nada que precisa de espaço; um nada que preciso ser.

Presunções críticas

março de 2018

Edição: 19


Li, certa vez, que criticar é por em crise.  Na época isso fez bastante sentido pra mim. Na verdade, o sentido não me pareceu algo a ser questionado, afinal eu era apenas uma estudante de letras, e o que pode uma estudante de letras contra as máximas dos teóricos europeus?

RETRÔ

novembro de 2017

Edição: 18


Selfie sobre a primeira morte da Revista Barril de Artes Cênicas

ENTRE CAVALOS E SUICIDAS

novembro de 2017

Edição: 18


“Um dia esse menino voa”, proclamava minha vó enquanto me via balançar os braços debaixo da mesa. Uma criança pode agitar os braços como quiser, mas eu agitava diferente. Eram…

PARA QUE O CÉU SEJA CÉU

novembro de 2017

Edição: 18


Conversa de vagalumes sobre o espetáculo Para que o céu não caia, da Cia. Lia Rodrigues de Danças

MEDITAÇÕES CENACULARES

novembro de 2017

Edição: 18


Sobre o texto “Matheus Nachtergaele, a sua peça é triste e necessária!”, de Cristina Leifer, no site Cenáculo Núcleo de Estudos Teatrais.

Sobre o solo “ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz”, de Isaura Tupiniquim

novembro de 2017

Edição: 18


Um corpo que se dissolve em múltiplas direções e, assim, nos dissolve junto, fazendo-nos turvos e desterrados: é assim que vivencio o que reconheço como a política fundamental do espetáculo - desterritorializar-se de um eu-tempo-espaço-definido para, então, habitar multiplicidades de ser.

ERA UMA VEZ, NUM STAND-UP UMBANDISTA DE BRASÍLIA

outubro de 2017

Edição: 17


Sobre “Humor de Santo”, de Paulo Mansur

ESTAÇÃO JOELMA

outubro de 2017

Edição: 17


Rizoma de Joelma, espetáculo de Fábio Vidal e Edson Bastos, inspirado na trilha de Luciano Simas e Ronei Jorge

ACHAQUES & QUIZILAS

outubro de 2017

Edição: 17


Da crítica de Fernando Barcerllos sobre Dança Doente publicada no Horizonte da Cena.

O ALENTO DA PEQUENA ISABELA

outubro de 2017

Edição: 17


Sobre o espetáculo infanto-juvenil “ECA! Quanta sujeira!”, de Guilherme Hunder

DESCONCERTADA

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre Processo de Conscerto do Desejo de Matheus Nachtergaele

ANA DE FERRO – DA PROVÍNCIA AO CAOS, DO CAOS À LAMA

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre o espetáculo Ana de Ferro – A Rainha dos Tanoeiros Obra de Miriam Halfim, encenada por Emanuel David d’Lúcard.

A RAZÃO DA CRÍTICA PURA DE BAR

setembro de 2017

Edição: 16


De todas as formas da crítica, a de bar é a mais ancestral e recorrente entre os mortais. Mas não é porque aparece quase sempre espontaneamente, despretensiosa e de viés que carecerá de uma rigorosa metodologia própria.

ÉDIPO REI – O REI DOS BOBOS

setembro de 2017

Edição: 16


Édipo Rei – o rei dos Bobos  é um trabalho que marca com incisão o panorama brasiliense de Artes Cênicas ao remontar a clássica tragédia grega, de Sófocles, de título homônimo com subtítulo irônico, neste caso.

SETE VOLTAS COM O BALÉ JOVEM DE SALVADOR

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre Solos Baianos do BJS

DESPACITO

agosto de 2017

Edição: 15


Sobre Looping - Bahia Overdub, de Felipe Assis, Leonardo França e Rita Aquino

Assim também já é demais também

agosto de 2017

Edição: 15


Sobre o espetáculo “Minha irmã”, direção de Marcos Oliveira

GEMER A GRAMÁTICA DA EXISTÊNCIA

agosto de 2017

Edição: 15


Esse texto não deveria ser escrito nesta língua e nem em língua nenhuma. Hoje ainda se escrevem textos em línguas, frases conjugadas em significação que possibilitam movimentar pensamentos e corpos;…

E AGORA?

agosto de 2017

Edição:


http://www.agoracriticateatral.com.br/home A Revista AGORA / Crítica Teatral nasce em 2015, resultado de uma oficina de Crítica Teatral realizada pelo Goethe Institut de Porto Alegre com participação de Jürgen Berger. Seis…

É POIS UM APAIXONADO QUE FALA E DIZ

agosto de 2017

Edição: 15


Sobre o espetáculo “L-O-V-E”, de Paula Diogo (Má-Criação – Portugal)

VAGA CRÍTICA

agosto de 2017

Edição: 15


Sobre o espetáculo Vaga Carne, de Grace Passô.

CONFRONTAR PARA GARANTIR O RESPEITO

julho de 2017

Edição: 14


Sobre a peça Condenados, da Companhia SouDessa Uma peça fundamentada numa tese: a homofobia é uma construção dos heterossexuais para subjugar e eliminar os homossexuais e transexuais e só nos…

ELOGIO AO HOBBY

julho de 2017

Edição: 14


Mas há os que dormem, comem, trabalham, transam e, além disso, cultivam hobbies. Quanta diferença nesses seres! Essas são as pessoas desinteressadas, portanto as mais interessantes.

Levantem das cadeiras e deem um passo atrás, brancos:

julho de 2017

Edição: 14


sobre a conferência de Angela Davis e outros eventos menos badalados e igualmente relevantes No dia 25 de julho do ano de 1992 foi criado o dia Internacional da Mulher…

DECADANCE Por uma dança sem corpo

julho de 2017

Edição: 14


A partir de Intempestivamente, performance de Adam Kinner apresentada na Escola de Dança da UFBA.

TODO MENINO BAIANO TEM UM JEITO

julho de 2017

Edição: 14


A construção da baianidade não data de muito longe. Ainda que seja “terra mãe do Brasil”, como gosta de nos lembrar o slogan, por alguns séculos ser baiano não era considerado lá grande coisa.

ECOLOGIA POR UMA CRÍTICA SOLIDÁRIA

julho de 2017

Edição: 14


Uma coisa é confrontar e questionar modos diferenciados de fazer, outra coisa é achar que o próprio modo de fazer deve ser imposto por ser o mais adequado e verdadeiro.

MORTE: SONHO POSSÍVEL

julho de 2017

Edição: 14


Sobre o espetáculo Ponto e Vírgula: pequena pausa antes do fim

ENTÃO FALEMOS DAS RAPOSAS REAIS

junho de 2017

Edição: 13


Sobre o espetáculo “As Pequenas Raposas”   O bom de ser honesto é que a concorrência é pequena. (Marcos Castelhano, “Love Songs”, A Tarde FM) Nas vésperas do São João,…

Cabaré

junho de 2017

Edição: 13


Em um dia normal do bairro Rio Vermelho, mulheres apresentam no Largo da Mariquita o Cabaré Belas, Arretadas e Fora da Casinha. Em um dia normal para mim, que se…

Portal pro agora

junho de 2017

Edição: 13


Ao que parece, um cenário deserto de crítica, no qual a mesma é exaltada em teoria, porém pessoalizada na prática, não é uma particularidade de Salvador. Assim como não são infundadas as suspeitas lançadas pelos artistas àqueles que se põem a criticar; afinal, muitos críticos ainda estão mais preocupados em (des)qualificar uma obra a partir das verdades que sustentam seus corpos cansados que levantar questões, construir pontes ou iluminar bordas.

(DE)FORMAÇÃO DE QUADRILHA

junho de 2017

Edição: 13


(sobre uma noite junina da Terça Estranha, na casa de show de drags Âncora do Marujo) *** Malayka SN amava Ah!Teodoro q amava Loren Taba q amava Frutífera Ilha q…

O Diário Rosa: um caso de urgência

junho de 2017

Edição: 13


O projeto Diário Rosa inclui 5 eventos, criados com base na temática da violência contra o gênero feminino e promovendo diálogos com outras linguagens.

Dentro do contêiner

junho de 2017

Edição: 13


Sobre o espetáculo “O Contentor – o contêiner” No chão do Espaço Cultural da Barroquinha há um retângulo de luz desenhado por refletores. Esse espaço cênico exíguo é a base…

Vídeo-dançar

maio de 2017

Edição: 12


Vídeo-dançar
Sobre as Sessões Iberoamericana em Foco e Mulheres Sementes do FºDA

Querido Pretato,

maio de 2017

Edição: 12


Querido Pretato,
A partir do Projeto PRETATO da Escola de Teatro da UFBA

Fantasias revolucionárias

maio de 2017

Edição:


Em “Memórias do Subsolo” Dostoiévski narra a fábula de um sujeito que resolveu mijar numa das pilastras do Palácio de Cristal. A imagem deve ter proporcionado boas risadas ao autor;…

Sobre asas extirpadas ou como Ícaro até que tentou

maio de 2017

Edição: 12


Sobre asas extirpadas ou como Ícaro até que tentou
Rizoma a partir da obra Ruína de Anjos

O Ritmo do Nada

maio de 2017

Edição: 12


Há um tipo de escrita que se pretende inclusiva e abrangente, mas se esquiva das questões mais complexas quando recorre justamente a estruturas pré-moldadas. Não são as justaposições de preposições, nem as metralhadoras de travessões, muito menos o artigo X, que fazem um texto justo, honesto, responsável e relevante.

MANEQUIM

maio de 2017

Edição: 12


Crítica ao solo Isaura Suélen Tupiniquim Cruz

Silêncio

maio de 2017

Edição:


Crítica a partir de Entrelinhas, obra de Jack Elesbão. Segundo John Cage[1], Kant dizia que há duas coisas no mundo que não reclamavam por significados: a música e o riso…

Egípcias e Outras Colagens

abril de 2017

Edição: 11


já dentro da performance de Malayka, sinto minhas contradições vulcanizarem. É ridículo estar num espaço e pensar que encontrou algo que esperava tanto

Uma questão de valores: As Frases de Mainha

abril de 2017

Edição: 11


Estamos agora vendo a agonia da classe média cultural que não é reconhecida nem pela elite, nem pelo povo. Em seu afã de dignidade, o artista médio é indiferente à arte de massa, observa com admiração distanciada as altas artes, e aprecia com superioridade a arte de rua. Quanto ao valor da arte produzida por esse grupo, o que dizer?

Não é arte, ainda bem.

abril de 2017

Edição: 11


As antipalestras de Rabih Mroué
Toda experiência conjuga dimensões éticas, noéticas, estéticas. Éticas, porque todo fenômeno pode ser lido de acordo com os valores e leis daqueles de que dele participam.

GLOSSÁRIO PARA IGNORANTES[1] E AMANTES DE CAFÉ

abril de 2017

Edição: 11


GLOSSÁRIO PARA IGNORANTES[1] E AMANTES DE CAFÉ Rizoma a partir da obra BRAU de Ana Dumas

Tradicionalmente experimental ou palimpsesto crítico

abril de 2017

Edição: 11


Tradicionalmente experimental ou palimpsesto crítico: uma leitura de excertos de um texto de Prisca Augustoni sobre performance de Ricardo Aleixo.

Oito e Oitenta

abril de 2017

Edição: 11


Oito e Oitenta
Crítica a partir de SerEstando Mulheres, de Ana Cristina Colla

Certas coisinhas pequenas demais

abril de 2017

Edição: 11


Certas coisinhas pequenas demais Sobre a Galeria ENTRE, de Alexandre Guimarães. É uma casa antiga, branca com detalhes azuis, numa rua de passagem do bairro mais boêmio da cidade. Para…

Na Cola de Márcio Meirelles

março de 2017

Edição: 10


O tom de voz de Márcio é estável e macio, soa como se sempre imprimisse uma dose de preguiça aveludada ao dito. Há uma atmosfera de calmaria a seu redor.

“Maradona!” ou Deus não toma Coca-Cola

março de 2017

Edição: 10


Encontro um amigo que me dá carona até o centro da cidade. Em pouco tempo estou na praça Ruy Barbosa. Dou uma volta, converso com alguns conhecidos e depois sento numa mesa para comer pastel e beber Coca-Cola.

White privilege and corpos que importam: como falar de coisas invisíveis?

março de 2017

Edição: 10


Afinal, se estamos aqui nesse evento escancarando a falência da academia em lidar com nossa presença, nossos corpos, nossas estéticas, é porque tudo que vem sendo criado e pensado por vocês sem nossa presença mostra o quanto nossos corpos são invisíveis e, para vocês, não existem.

Questões Sobre Arte Contemporânea Negra

março de 2017

Edição: 10


Se, de repente, começarmos a ouvir os artistas[1] que falam e produzem arte contemporânea negra[2] em Salvador, corremos o risco de termos um dos maiores abalos sísmicos no meio artístico da cidade.

Estranha Civilização

março de 2017

Edição: 10


Sobre Mágico Mar O escafandro é a cidade submersa. Açolina e Espiga, as borboletas… Habitando uma ilha, das flores  espremem, como os amantes, um futuro findado  desde o princípio.  Não…

O Caso Wagner

março de 2017

Edição: 10


A partir da coluna Martin Gonçalves, do site Feminino e Além.
As coisas do mundo estão uma loucura e é quase um problema, frente à urgência geral, ainda ter de escrever sobre Henrique Wagner.

Crítica a Negras Utopias

março de 2017

Edição: 10


Estamos em plena Galeria Cañizares, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, participando, como artistas e espectadores, da VII Mostra de Performance que, neste ano, traz a temática “Performance Negra, imagem, empoderamento e dissonâncias contemporâneas”.

Entre os dedos

março de 2017

Edição: 10


Loucas do Riacho, coordenada criativamente por Raiça Bonfim, não se caracteriza como uma obra de fácil acesso, e acredito ser difícil formar uma opinião estando lá apenas uma vez.

Ter a alma e o corpo nus

novembro de 2016

Edição: 9


Ele entra no quarto, pega o computador e volta para sala. Nesse momento (escuto), ele mostra Têtê Espíndola e Björk para Marcela e Geor. Ontem, depois de ter falado saudade e cansaço, encontro Léo fazendo um fauno

Manobra de Flanco

novembro de 2016

Edição:


Falar sobre a solenidade de encerramento da seleção pública das setoriais artísticas 2016, que culminaria na assinatura do TAC (Termo de Acordo e Compromisso), é retornar aos pensamentos clássicos sobre…

O contexto da presença

novembro de 2016

Edição: 9


Desde o primeiro contato com as Escolas de Arte ocidentais nos deparamos com o conceito de presença. Presença cênica, presença de palco, presença. Presença enquanto capacidade de atração. Presença enquanto aprimoramento técnico. Presença enquanto ato de estar concentrado e atento ao presente.

RETRATO DO ARTISTA QUANDO CHOVE

novembro de 2016

Edição:


A partir de um dia do "Perfor7 [como?]", sétima edição do fórum de performance
da BrP. São Paulo, Praça das Artes, 15 de novembro de 2016.
Roteiro: Daniel Guerra
Desenho: Pedro Pirôpo

O bons jovens perdidos em outros tempos

novembro de 2016

Edição: 9


A partir da crítica Major Oliveira: nossos bons velhinhos e o tempo que vivemos, de Alex Simões. Revista BARRIL, Ed.08/2016

Crítica Largo

novembro de 2016

Edição: 9


Um telão projetava os três intelectuais; no Passeio Público muita gente perambulava depois de não ter conseguido entrar para ver os palestrantes.

A visão personalíssima do clássico

setembro de 2016

Edição: 7


Quando morei no Campo Grande escrevi uma peça que, até hoje, só uma pessoa chegou a conferir. Não tenho os critérios para saber se ela funcionaria ou não nos palcos, e confesso que nunca me esforcei muito para vê-la encenada, mas me diverti bastante escrevendo.

“Se” Mágico

setembro de 2016

Edição: 8


Ser artista e compor, juntamente com outros artistas, um coletivo de crítica têm sido, definitivamente, um rico aprendizado

CARTA AOS CRIADORES

setembro de 2016

Edição: 8


Não gostaria de, assim, principiar esta carta, mas devo dizer, logo de início, que saí triste do Teatro ISBA, na noite de 9 de outubro de 2016.

Quais os universos imaginários compõem as criações coreográficas dos coreógrafos que vem das Danças Urbanas?

setembro de 2016

Edição: 8


Em novembro deste ano a França mais uma vez invade o Brasil com sua Dança. Em uma mostra que percorre 15 cidades de nosso território, composta por 16 companhias que trazem coreógrafos consagrados

A GRANDE CRÍTICA

setembro de 2016

Edição: 8


Sobre a crítica “Imperadores de nós mesmos”, de Welington Andrade, na Revista CULT, publicada em 10 de outubro de 2016: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/10/welington-andrade-imperadores-de-nos-mesmos/ Parece que todas as coisas grandes, para que soem…

DE FUDÊ

setembro de 2016

Edição: 8


Imagino que ao leitor deva estranhar duplamente o título da crítica. Primeiro deve vir o susto de topar com uma expressão desse quilate escrita assim, logo no topo, mesmo em revista tão afeita a certas diversões.

Major Oliveira: nossos bons velhinhos e o tempo que vivemos

setembro de 2016

Edição: 8


Antonio Fábio, faz uns anos, uma vez me disse que estava interessado na questão do envelhecimento para trazer para o palco. Ele cumpriu a promessa.

Narciso’s Selfie

agosto de 2016

Edição: 7


Piso as botas no pátio do Goethe-Institut, peço um quiche de alho-poró, escolho uma mesa, olho ao redor e me sinto bem cool. Sou o artista solitário. O crítico. Meu olhar é arguto e sagaz, vim de banho tomado, estou pronto para o trabalho.

10 dicas de como lidar com a Crítica

agosto de 2016

Edição: 7


Considerando que a reverberação da crítica na nossa cidade ainda oscila entre o silêncio rancoroso e a histeria biliosa, decidimos escrever este humilde manual dividido em duas partes.

As ideias, é preciso fabricá-las.

agosto de 2016

Edição: 7


Difícil começar a escrever sobre um texto cujo autor se desconhece. Sobretudo, se o texto é uma crítica e, por isso, deva trazer em si um senso de responsabilidade e de ética em relação à obra criticada e seu autor. O anonimato,

Umbigo e Útero

agosto de 2016

Edição: 7


Recentemente o Grupo Caixa do Elefante – Teatro de Bonecos, a partir de seu espetáculo Prólogo Primeiro, fez-me reencontrar com o fantasma de Gordon Craig.

A Bouche, o Mar e o Tempo

agosto de 2016

Edição: 7


Eu poderia começar esta crítica dizendo: A Danação de Tristão e Isolda é a cara do Núcleo Viansatã. Sei que à primeira vista pode parecer redundante, mas estou falando do processo de construção de uma identidade estética que o grupo vem desenvolvendo desde o ano de 2009.

Terças Negras, 16 de agosto, Maloquêro, Teatro Vila Velha

julho de 2016

Edição: 6


Lembro da primeira vez que vi Jhoilson de Oliveira. Escola de Teatro, talvez 2008; éramos colegas de turma.

Espectro das Divindades

julho de 2016

Edição: 6


Estava lendo, isso sempre faz o sujeito refletir e lembrar. Então, primeiro me lembrei de Daniel, que o tempo em que passei confinado com ele e com meus oito companheiros foi muito marcante.

UM RIZOMA PARA NINA CODORNA

julho de 2016

Edição: 6


Nina Codorna é uma drag órfã que aprendeu a ser drag com o youtube e não esperem que eu negue o fã que sou dessa consequência de Ru

Sob o manto de Bispo

julho de 2016

Edição: 6


Os versos das velhas cantigas entoadas pelo Bispo chegam primeiro aos ouvidos mais bem posicionados na arena do Vila.

ENTRE O POLÍTICO E O ESTÉTICO

julho de 2016

Edição: 6


As discussões acerca do feminismo vêm se popularizando. O número de obras teatrais/performáticas assumidamente feministas vêm crescendo. Entretanto, todas as tentativas de problematização da misoginia nas artes ainda permanecem num…

O Sentido e o Homem Torto

julho de 2016

Edição: 6


Em 2009, quando eu era um calouro do curso de direção teatral na Escola de Teatro da UFBA, fui ver uma série de performances na Escola de Dança, da mesma universidade.

UM CORPO SAI DE CASA PARA VER UM CORPO EM CASA

junho de 2016

Edição: 5


Crítica impressionisticamente selfie sobre uma experiência contemporânea de ver uma instalação performativa numa Casa Chamada Barabadá ​ A travessia para assistir/participar da intervenção “Um Corpo em Casa”, projeto coletivo de…

BOLHA

junho de 2016

Edição: 5


Peço perdão aos evoluídos criadores, mas penso que todo artista é um tanto quanto perturbado pelos porquês. Principalmente aqueles que sentiram as consternações em sua passagem por alguma academia artística.

Pensando os [dilemas] desafios do ator artista contemporâneo [diante da descentralizaçãodo drama] em meio a crise de paradigmas [1]

junho de 2016

Edição: 5


Para começar, façamos um acordo básico: pense junto comigo sobre o fato de que o ato criativo não ocorre apartado das mediações entre corpo e ambiente. Isso nos sugere não só uma obviedade sobre a tentativa incansável de nós ocidentais, em não separar mente e corpo ou sujeito e objeto, como também uma mudança no olhar sobre as implicações entre temporalidade e pensamento histórico.

DRAMÁTICAS

junho de 2016

Edição: 5


Rizoma criado a partir da leitura dramática de "A mulher do fundo do mar", no Festival da Nova Dramaturgia de Melanina Acentuada.

LÁPIDES, PRAÇAS E TEATROS

junho de 2016

Edição: 5


Crítica a partir da crítica de Eduarda Uzêda sobre “Egotrip —Ser ou não ser, eis a comédia”, publicada no Jornal A Tarde, dia 13 de Julho de 2016.

“Não andes por aí nua em pelo”:

junho de 2016

Edição: 5


O interior de uma casa burguesa, mais ou menos cem anos atrás. Mobília belle époque, biombos, cortinas e xícaras de porcelana.

NOTAS MUSICAIS PARA UMA OBSESSIVA DANTESCA

junho de 2016

Edição: 5


Talvez o maior desafio para uma pessoa brasileira minoritizada seja rasurar a retumbante e cafona pergunta ameaçadora “você sabe com quem está falando?” com a questão-enfrentamento “você sabe de que lugar estou falando?”.

Efeito Nanicolina

maio de 2016

Edição: 4


A Partir d’O Bobo, solo de Caio Rodrigo Diego segue pensando qual é o seu lugarzinho na arte… Toda vez que falo a palavra arte me vem um estranhamento, parece acontecer algum…

[SUB]Texto

maio de 2016

Edição: 4


Romeu e Julieta no aniversário de 60 da Escola de Teatro da UFBA Tudo pode ser, se quiser será O sonho sempre vem pra quem sonhar Tudo pode ser, só…

Alguns vestígios

maio de 2016

Edição: 4


Na edição anterior, tivemos uma breve discussão sobre a palavra acontecimento. É interessante que esse conceito esteja aparecendo na boca de tantos criadores ao mesmo tempo. Poderíamos chamar a isso sincronicidade.

Rizomapa do acontecido

maio de 2016

Edição: 4


Medeia era uma mandioca. Vivia fincada na terra, espasmódica, assim como o nariz do meu amigo ao lado, visivelmente alérgico ao teatro contemporâneo.

Paulada da Selva

maio de 2016

Edição: 4


O corpo não é um território neutro. Foram necessários séculos de cultura para que finalmente pudéssemos pensá-lo como suporte, quando na verdade é processo inacabado e tráfego incessante de informações. Forma mutante e indisciplinada, matéria revoltada; não baixa a crina, mesmo sob o peso milenar da chibata e da educação.

Maçã, moinhos e espirais – uma aspiração cênica

maio de 2016

Edição: 4


Relutei, comigo mesma, em escrever sobre o texto Fissura por Fissura: Sobre Maçã – Um Acontecimento Cênico, de Diego Pinheiro, e me senti também grata pelo convite de colocar a cara-no-sol,…

O bobo, o príncipe, o risco.

maio de 2016

Edição: 4


Ferramentas poderosas trazem em si cargas de risco proporcionais à sua força. Uma faca dá o poder para atacar ou proteger a família de terceiros, mas, se mal utilizada, a faca vira arma para o inimigo

DANÇAR PARA NÃO SURTAR

abril de 2016

Edição:


Uma militante diante da cerimônia “inclusiva” do Prêmio Braskem de Teatro 2015 SELFIE 1 Hora de apresentar as artistas que concorriam ao Prêmio Braskem 2015 de melhor atriz. Neste momento,…

T R E T A

abril de 2016

Edição: 2


Ah, o Nobel de literatura. As milhões de coroas suecas, os fãs brotando por segundo ao redor do mundo, a garantia de férias eternas. Anti-Sísifo. Esses louros, no entanto, não…

NARRATIVA DO AGORA

abril de 2016

Edição: 2


O diálogo enquanto guerrilha metogológica
O que a gente do mundo branco das artes não consegue entender é que, no diálogo que nós, indiasnegroshomossexuais estamos instaurando,

Teor [étic “a” s]

abril de 2016

Edição: 2


Rizoma Para Lilith In Concert​

O Artista Como Réfem do Pensamento

abril de 2016

Edição: 2


Como salientado na edição anterior da Revista Barril pelo parceiro Daniel Guerra, a coluna Crítica da Crítica se propõe a organizar reverberações de outras estruturas de pensamento crítico sobre as obras artísticas no campo das artes cênicas soteropolitanas.

Páginas: 12
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