Cênicas


UMA MULHER QUE RI

junho de 2018

Edição: 20


Um teatro, uma igreja, o terreiro-mãe da São Salvador: coisas que convivem em mim e no Centro Cultural da Barroquinha, aonde vou chegando para ver Iyá Ilu.

EMERSÕES

junho de 2018

Edição: 20


Se um dos entendimentos sobre arte contemporâneas a coloca no lugar da arte da experiência total – corpo, ética, estética, política, pensamento, como sendo a mesma coisa – QUASEILHAS é seu sinônimo.

O TABU NO TRONO

junho de 2018

Edição: 20


Alguns universos são tão naturalizados na formação estética das crianças - incluindo-se aí as crianças que os adultos outrora foram - que não é fácil lançar um olhar distanciado sobre as histórias e narrativas que deles provêm.

Crítica: crise: clichês

junho de 2018

Edição: 20


Ir na etimologia da palavra crítica e pensá-la como crise é um clichê, mas qual outra saída se apresenta, se o que ainda mais temos são os clichês sobre a crítica, sobre o papel do crítico, sobre o que o crítico deve pensar, como deve agir, a quem deve elogiar ou não elogiar? Se o que mais temos são as crises contínuas da crítica por toda parte?

QUANDO TRINCAM AS JANELAS

junho de 2018

Edição: 20


  Quando alguém reconhecido e amparado pelo sucesso e pelo status quo silencia sobre algum tema relevante tudo permanece igual no tribunal. Mas, se um fracassado se acovarda e se abstém, as paredes da realidade chacoalham.

A UM PASSINHO DO CÉU

março de 2018

Edição: 19


Embora o pensamento objetivista não reconheça o sujeito da paixão como o sujeito do conhecimento, qualquer um que já se sentiu afetado sabe: é muito mais fácil escrever se alimentados por amor ou ódio.

O olhar de Felícia na Terra Lume

março de 2018

Edição: 19


O aquecimento do ar e sua subsequente expansão, se atravessados por uma descarga elétrica, gera um som chamado “trovão”. Alguns seres também são chamados assim quando atuam como catalizadores e podem utilizar todo potencial de energia que têm ao alcance para concretizar a tarefa pretendida.

Por que não teatro?

março de 2018

Edição: 19


Começar a movimentar esta Gangorra graças ao peso de uma das histórias mais clássicas da literatura infantil revela muito da realidade da produção das artes para infância em nossa cidade.

Eu vi um teatro nas águas de um rio

março de 2018

Edição: 19


Sinto uma opressão no peito: algo em mim parece estar sendo comprimido, suprimido, sufocado. Compreendo, depois de muita angústia, que isso tudo pode não ser nada: um nada que precisa de espaço; um nada que preciso ser.

Presunções críticas

março de 2018

Edição: 19


Li, certa vez, que criticar é por em crise.  Na época isso fez bastante sentido pra mim. Na verdade, o sentido não me pareceu algo a ser questionado, afinal eu era apenas uma estudante de letras, e o que pode uma estudante de letras contra as máximas dos teóricos europeus?

RETRÔ

novembro de 2017

Edição: 18


Selfie sobre a primeira morte da Revista Barril de Artes Cênicas

ENTRE CAVALOS E SUICIDAS

novembro de 2017

Edição: 18


“Um dia esse menino voa”, proclamava minha vó enquanto me via balançar os braços debaixo da mesa. Uma criança pode agitar os braços como quiser, mas eu agitava diferente. Eram…

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