Cênicas | Crítica


MANEQUIM

maio de 2017

Edição: 12


Crítica ao solo Isaura Suélen Tupiniquim Cruz

Silêncio

maio de 2017

Edição:


Crítica a partir de Entrelinhas, obra de Jack Elesbão. Segundo John Cage[1], Kant dizia que há duas coisas no mundo que não reclamavam por significados: a música e o riso…

Oito e Oitenta

abril de 2017

Edição: 11


Oito e Oitenta
Crítica a partir de SerEstando Mulheres, de Ana Cristina Colla

Certas coisinhas pequenas demais

abril de 2017

Edição: 11


Certas coisinhas pequenas demais Sobre a Galeria ENTRE, de Alexandre Guimarães. É uma casa antiga, branca com detalhes azuis, numa rua de passagem do bairro mais boêmio da cidade. Para…

Crítica a Negras Utopias

março de 2017

Edição: 10


Estamos em plena Galeria Cañizares, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, participando, como artistas e espectadores, da VII Mostra de Performance que, neste ano, traz a temática “Performance Negra, imagem, empoderamento e dissonâncias contemporâneas”.

Entre os dedos

março de 2017

Edição: 10


Loucas do Riacho, coordenada criativamente por Raiça Bonfim, não se caracteriza como uma obra de fácil acesso, e acredito ser difícil formar uma opinião estando lá apenas uma vez.

Crítica Largo

novembro de 2016

Edição: 9


Um telão projetava os três intelectuais; no Passeio Público muita gente perambulava depois de não ter conseguido entrar para ver os palestrantes.

DE FUDÊ

setembro de 2016

Edição: 8


Imagino que ao leitor deva estranhar duplamente o título da crítica. Primeiro deve vir o susto de topar com uma expressão desse quilate escrita assim, logo no topo, mesmo em revista tão afeita a certas diversões.

Major Oliveira: nossos bons velhinhos e o tempo que vivemos

setembro de 2016

Edição: 8


Antonio Fábio, faz uns anos, uma vez me disse que estava interessado na questão do envelhecimento para trazer para o palco. Ele cumpriu a promessa.

Umbigo e Útero

agosto de 2016

Edição: 7


Recentemente o Grupo Caixa do Elefante – Teatro de Bonecos, a partir de seu espetáculo Prólogo Primeiro, fez-me reencontrar com o fantasma de Gordon Craig.

A Bouche, o Mar e o Tempo

agosto de 2016

Edição: 7


Eu poderia começar esta crítica dizendo: A Danação de Tristão e Isolda é a cara do Núcleo Viansatã. Sei que à primeira vista pode parecer redundante, mas estou falando do processo de construção de uma identidade estética que o grupo vem desenvolvendo desde o ano de 2009.

Sob o manto de Bispo

julho de 2016

Edição: 6


Os versos das velhas cantigas entoadas pelo Bispo chegam primeiro aos ouvidos mais bem posicionados na arena do Vila.

Páginas: 123
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