Cênicas | Crítica


O Sentido e o Homem Torto

julho de 2016

Edição: 6


Em 2009, quando eu era um calouro do curso de direção teatral na Escola de Teatro da UFBA, fui ver uma série de performances na Escola de Dança, da mesma universidade.

“Não andes por aí nua em pelo”:

junho de 2016

Edição: 5


O interior de uma casa burguesa, mais ou menos cem anos atrás. Mobília belle époque, biombos, cortinas e xícaras de porcelana.

NOTAS MUSICAIS PARA UMA OBSESSIVA DANTESCA

junho de 2016

Edição: 5


Talvez o maior desafio para uma pessoa brasileira minoritizada seja rasurar a retumbante e cafona pergunta ameaçadora “você sabe com quem está falando?” com a questão-enfrentamento “você sabe de que lugar estou falando?”.

Paulada da Selva

maio de 2016

Edição: 4


O corpo não é um território neutro. Foram necessários séculos de cultura para que finalmente pudéssemos pensá-lo como suporte, quando na verdade é processo inacabado e tráfego incessante de informações. Forma mutante e indisciplinada, matéria revoltada; não baixa a crina, mesmo sob o peso milenar da chibata e da educação.

O bobo, o príncipe, o risco.

maio de 2016

Edição: 4


Ferramentas poderosas trazem em si cargas de risco proporcionais à sua força. Uma faca dá o poder para atacar ou proteger a família de terceiros, mas, se mal utilizada, a faca vira arma para o inimigo

ONDE SE ABREM OS ABISMOS

abril de 2016

Edição: 2


Esse começo vai parecer manchete sensacionalista ou narração de filme noir. Fazer o quê? É noite. Numa casa ao fundo do beco, dois homens trocam porradas.

Vidro Fumê

abril de 2016

Edição: 2


Vivemos tempos difíceis: Caos político, ameaças de golpes, violência urbana crescente, repressões institucionais várias, assédio urbano, dificuldade em ocupar os espaços públicos disponíveis (que são poucos), protestos, repressão policial....

DA NOITE EM QUE FUI ALICE

abril de 2016

Edição: 3


Tenho esse hábito antiquado de realizar minhas refeições em família. São eventos em regra cotidianos, é claro. No entanto, às vezes não poderiam ser mais extraordinários.

FISSURA DE FISSURA

abril de 2016

Edição: 3


Não tem muito tempo que em uma mesa de bar disse com tom embriagado, e talvez empolado demais, que ninguém no campo artístico, especificamente nas artes cênicas, poderia usar acontecimento sem ao menos ter uma básica noção fenomenológica quanto ao termo – logo eu, um “diletante-simpatizante” da fenomenologia.

DAS FISSURAS SINCOPADAS

março de 2016

Edição: 1


Vivemos um período bastante complexo, e freqüentemente essa complexidade transparece de forma paradoxal.

Igbe Antônia

março de 2016

Edição: 1


Dizer o quanto é necessário a concepção de obras cênicas que tenham como foco o protagonismo negro, não chega a ser uma novidade para a classe artística.

Páginas: 123
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