Cênicas | Crítica da Crítica


A GRANDE CRÍTICA

setembro de 2016

Edição: 8


Sobre a crítica “Imperadores de nós mesmos”, de Welington Andrade, na Revista CULT, publicada em 10 de outubro de 2016: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/10/welington-andrade-imperadores-de-nos-mesmos/ Parece que todas as coisas grandes, para que soem…

As ideias, é preciso fabricá-las.

agosto de 2016

Edição: 7


Difícil começar a escrever sobre um texto cujo autor se desconhece. Sobretudo, se o texto é uma crítica e, por isso, deva trazer em si um senso de responsabilidade e de ética em relação à obra criticada e seu autor. O anonimato,

ENTRE O POLÍTICO E O ESTÉTICO

julho de 2016

Edição: 6


As discussões acerca do feminismo vêm se popularizando. O número de obras teatrais/performáticas assumidamente feministas vêm crescendo. Entretanto, todas as tentativas de problematização da misoginia nas artes ainda permanecem num…

LÁPIDES, PRAÇAS E TEATROS

junho de 2016

Edição: 5


Crítica a partir da crítica de Eduarda Uzêda sobre “Egotrip —Ser ou não ser, eis a comédia”, publicada no Jornal A Tarde, dia 13 de Julho de 2016.

Maçã, moinhos e espirais – uma aspiração cênica

maio de 2016

Edição: 4


Relutei, comigo mesma, em escrever sobre o texto Fissura por Fissura: Sobre Maçã – Um Acontecimento Cênico, de Diego Pinheiro, e me senti também grata pelo convite de colocar a cara-no-sol,…

O Artista Como Réfem do Pensamento

abril de 2016

Edição: 2


Como salientado na edição anterior da Revista Barril pelo parceiro Daniel Guerra, a coluna Crítica da Crítica se propõe a organizar reverberações de outras estruturas de pensamento crítico sobre as obras artísticas no campo das artes cênicas soteropolitanas.

Tapas Simbólicos

abril de 2016

Edição: 3


Todos estamos mais ou menos cientes acerca dos estudos sobre a espetacularidade no cotidiano, e de uns meses para cá estamos acompanhando um dos maiores espetáculos nacionais que me lembro…

Crítica da Não-Crítica.

março de 2016

Edição: 1


O que era pra ser uma Crítica da Crítica transforma-se em Crítica da Não-Crítica. Ou seja, falarei de sua ausência. Essa coluna, que deveria pensar críticas produzidas na cidade, abordará sua falta, traçando possíveis causas e outras possibilidades de agenciamento do problema.

Páginas: 12
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