Cênicas


O Artista Como Réfem do Pensamento

abril de 2016

Edição: 2


Como salientado na edição anterior da Revista Barril pelo parceiro Daniel Guerra, a coluna Crítica da Crítica se propõe a organizar reverberações de outras estruturas de pensamento crítico sobre as obras artísticas no campo das artes cênicas soteropolitanas.

ONDE SE ABREM OS ABISMOS

abril de 2016

Edição: 2


Esse começo vai parecer manchete sensacionalista ou narração de filme noir. Fazer o quê? É noite. Numa casa ao fundo do beco, dois homens trocam porradas.

Vidro Fumê

abril de 2016

Edição: 2


Vivemos tempos difíceis: Caos político, ameaças de golpes, violência urbana crescente, repressões institucionais várias, assédio urbano, dificuldade em ocupar os espaços públicos disponíveis (que são poucos), protestos, repressão policial....

Artistas de todo o mundo, emancipai-vos

abril de 2016

Edição: 3


Antes de qualquer coisa, permitam-me: escrever sobre performance não é traí-la. Performance como gênero já é sua própria escritura. Portanto, nada há de anacrônico em teorizar performance.

Por que não sou um espetáculo (?)

abril de 2016

Edição: 3


_ se esse texto fosse um espetáculo, ele se chamaria… e este aglomerado de pessoas seria… ​ e eu faria o papel de … Esta seria a citação que viria…

A REVOLUÇÃO SERÁ LIMPINHA

abril de 2016

Edição: 3


Uma das melhores coisas das colunas Selfie, Rizoma e Treta é que nelas não sou obrigado a justificar nada. Só teria que dar minha idéia, na lata. Entretanto, inicio com um prelúdio a la Pero Vaz de Caminha.

Meme-Rizoma de A Bofetada

abril de 2016

Edição: 3


Meme-Rizoma de A Bofetada

Tapas Simbólicos

abril de 2016

Edição: 3


Todos estamos mais ou menos cientes acerca dos estudos sobre a espetacularidade no cotidiano, e de uns meses para cá estamos acompanhando um dos maiores espetáculos nacionais que me lembro…

DA NOITE EM QUE FUI ALICE

abril de 2016

Edição: 3


Tenho esse hábito antiquado de realizar minhas refeições em família. São eventos em regra cotidianos, é claro. No entanto, às vezes não poderiam ser mais extraordinários.

FISSURA DE FISSURA

abril de 2016

Edição: 3


Não tem muito tempo que em uma mesa de bar disse com tom embriagado, e talvez empolado demais, que ninguém no campo artístico, especificamente nas artes cênicas, poderia usar acontecimento sem ao menos ter uma básica noção fenomenológica quanto ao termo – logo eu, um “diletante-simpatizante” da fenomenologia.

DAS FISSURAS SINCOPADAS

março de 2016

Edição: 1


Vivemos um período bastante complexo, e freqüentemente essa complexidade transparece de forma paradoxal.

S E L F I E

março de 2016

Edição: 1


A escatologia jamais poderá deixar de se valer das prerrogativas do clichê. Eles nos são úteis há milênios.

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