Cênicas


PARA QUE O CÉU SEJA CÉU

novembro de 2017

Edição: 18


Conversa de vagalumes sobre o espetáculo Para que o céu não caia, da Cia. Lia Rodrigues de Danças

MEDITAÇÕES CENACULARES

novembro de 2017

Edição: 18


Sobre o texto “Matheus Nachtergaele, a sua peça é triste e necessária!”, de Cristina Leifer, no site Cenáculo Núcleo de Estudos Teatrais.

Sobre o solo “ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz”, de Isaura Tupiniquim

novembro de 2017

Edição: 18


Um corpo que se dissolve em múltiplas direções e, assim, nos dissolve junto, fazendo-nos turvos e desterrados: é assim que vivencio o que reconheço como a política fundamental do espetáculo - desterritorializar-se de um eu-tempo-espaço-definido para, então, habitar multiplicidades de ser.

ERA UMA VEZ, NUM STAND-UP UMBANDISTA DE BRASÍLIA

outubro de 2017

Edição: 17


Sobre “Humor de Santo”, de Paulo Mansur

ESTAÇÃO JOELMA

outubro de 2017

Edição: 17


Rizoma de Joelma, espetáculo de Fábio Vidal e Edson Bastos, inspirado na trilha de Luciano Simas e Ronei Jorge

ACHAQUES & QUIZILAS

outubro de 2017

Edição: 17


Da crítica de Fernando Barcerllos sobre Dança Doente publicada no Horizonte da Cena.

O ALENTO DA PEQUENA ISABELA

outubro de 2017

Edição: 17


Sobre o espetáculo infanto-juvenil “ECA! Quanta sujeira!”, de Guilherme Hunder

DESCONCERTADA

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre Processo de Conscerto do Desejo de Matheus Nachtergaele

ANA DE FERRO – DA PROVÍNCIA AO CAOS, DO CAOS À LAMA

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre o espetáculo Ana de Ferro – A Rainha dos Tanoeiros Obra de Miriam Halfim, encenada por Emanuel David d’Lúcard.

A RAZÃO DA CRÍTICA PURA DE BAR

setembro de 2017

Edição: 16


De todas as formas da crítica, a de bar é a mais ancestral e recorrente entre os mortais. Mas não é porque aparece quase sempre espontaneamente, despretensiosa e de viés que carecerá de uma rigorosa metodologia própria.

ÉDIPO REI – O REI DOS BOBOS

setembro de 2017

Edição: 16


Édipo Rei – o rei dos Bobos  é um trabalho que marca com incisão o panorama brasiliense de Artes Cênicas ao remontar a clássica tragédia grega, de Sófocles, de título homônimo com subtítulo irônico, neste caso.

SETE VOLTAS COM O BALÉ JOVEM DE SALVADOR

setembro de 2017

Edição: 16


Sobre Solos Baianos do BJS

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