Cênicas


MANEQUIM

maio de 2017

Edição: 12


Crítica ao solo Isaura Suélen Tupiniquim Cruz

Silêncio

maio de 2017

Edição:


Crítica a partir de Entrelinhas, obra de Jack Elesbão. Segundo John Cage[1], Kant dizia que há duas coisas no mundo que não reclamavam por significados: a música e o riso…

Egípcias e Outras Colagens

abril de 2017

Edição: 11


já dentro da performance de Malayka, sinto minhas contradições vulcanizarem. É ridículo estar num espaço e pensar que encontrou algo que esperava tanto

Uma questão de valores: As Frases de Mainha

abril de 2017

Edição: 11


Estamos agora vendo a agonia da classe média cultural que não é reconhecida nem pela elite, nem pelo povo. Em seu afã de dignidade, o artista médio é indiferente à arte de massa, observa com admiração distanciada as altas artes, e aprecia com superioridade a arte de rua. Quanto ao valor da arte produzida por esse grupo, o que dizer?

Não é arte, ainda bem.

abril de 2017

Edição: 11


As antipalestras de Rabih Mroué
Toda experiência conjuga dimensões éticas, noéticas, estéticas. Éticas, porque todo fenômeno pode ser lido de acordo com os valores e leis daqueles de que dele participam.

GLOSSÁRIO PARA IGNORANTES[1] E AMANTES DE CAFÉ

abril de 2017

Edição: 11


GLOSSÁRIO PARA IGNORANTES[1] E AMANTES DE CAFÉ Rizoma a partir da obra BRAU de Ana Dumas

Tradicionalmente experimental ou palimpsesto crítico

abril de 2017

Edição: 11


Tradicionalmente experimental ou palimpsesto crítico: uma leitura de excertos de um texto de Prisca Augustoni sobre performance de Ricardo Aleixo.

Oito e Oitenta

abril de 2017

Edição: 11


Oito e Oitenta
Crítica a partir de SerEstando Mulheres, de Ana Cristina Colla

Certas coisinhas pequenas demais

abril de 2017

Edição: 11


Certas coisinhas pequenas demais Sobre a Galeria ENTRE, de Alexandre Guimarães. É uma casa antiga, branca com detalhes azuis, numa rua de passagem do bairro mais boêmio da cidade. Para…

Na Cola de Márcio Meirelles

março de 2017

Edição: 10


O tom de voz de Márcio é estável e macio, soa como se sempre imprimisse uma dose de preguiça aveludada ao dito. Há uma atmosfera de calmaria a seu redor.

“Maradona!” ou Deus não toma Coca-Cola

março de 2017

Edição: 10


Encontro um amigo que me dá carona até o centro da cidade. Em pouco tempo estou na praça Ruy Barbosa. Dou uma volta, converso com alguns conhecidos e depois sento numa mesa para comer pastel e beber Coca-Cola.

White privilege and corpos que importam: como falar de coisas invisíveis?

março de 2017

Edição: 10


Afinal, se estamos aqui nesse evento escancarando a falência da academia em lidar com nossa presença, nossos corpos, nossas estéticas, é porque tudo que vem sendo criado e pensado por vocês sem nossa presença mostra o quanto nossos corpos são invisíveis e, para vocês, não existem.

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