Visuais


Série cabeças

abril de 2021

Edição: 22


Contemporâneo, antigo e presente, no elegante formato diminuto, ele vive a tradição da pintura no auge de sua forma.

Para entender uma fotografia, observe um rio

fevereiro de 2021

Edição: 22


Ainda hoje, muitas pessoas não possuem registros de seus familiares mais próximos. Por isso, volto a perguntar: quem tem direito à uma fotografia?

ARTE URBANA E OS CIRCUITOS DO BAIRRO DO COMÉRCIO

fevereiro de 2021

Edição: 22


Sempre fico me perguntando por que em Salvador há o que chamo de “síndrome de reinvenção da roda”. Explico: cada vez que se faz alguma coisa, há certa negação do passado de ações similares e até parece que incomoda reconhecer que projetos do mesmo tipo podem somar na consolidação de trajetórias e circuitos.

Só desenhos

março de 2020

Edição: 21


Onde os símbolos sugerem atmosferas ainda por fazer, realidades recém-intuídas e voláteis, mas de repente tornadas matéria diante de nós.

John Currin montou os ministérios no governo mais recente do Brasil

março de 2020

Edição: 21


Um fluxo de consciência que prova - teoricamente - como John Currin é decisivo para o destino da política nacional (do Brasil).

corpo linha corpo ponto corpo papel cidade fundo corpo estrutura pó corpo arquitetura de carne e osso

junho de 2018

Edição: 20


Corpo-arquitetura fala sobre nossos desejos de camuflar-se, de confundir-se, de construir outras paisagens ou sermos levadas pela brisa fresca que ainda há.

Último selfie em Pompeia

junho de 2018

Edição: 20


A cidade em cujas escavações estou participando se chama Pompeia, um dos sítios arqueológicos mais importantes da Terra. É o único lugar onde ocorreu a sobreposição de duas camadas históricas muito distantes temporalmente.

Hiperviolência e pornografia como “cosmética de si”

junho de 2018

Edição: 20


A duração e o sombreado retornam para assombrar, iludir, desviar. Ainda será possível o erotismo?

Filhote de Esfinge

junho de 2018

Edição: 20


Foi num forró com pouca dança que tomei conhecimento da história de Pata de Onça, um rabequeiro paraibano que chegou às promissoras terras paulistanas já em meio aos palcos de forró no Largo da Batata. O ano é 1986 e o bar era Asa Branca, casa de músicos nordestinos como Azulão, Dominguinhos e Zé Pitoco

Talitha Andrade

junho de 2018

Edição: 20


A artista Talitha Andrade nos traz sua curadoria de memes quase em luto pelo mundo.

GALERIA

março de 2018

Edição: 19


Lembro que comíamos cuscuz e tomávamos café na kitnet onde eu morava na Santa Cecília, em São Paulo, uns bons anos atrás, quando nos conhecemos e decidimos ser amigas.

Imagem e morte: a potência do negativo

março de 2018

Edição: 19


Walter Benjamin evoca a morte como parâmetro de análise da imagem fotográfica. Aproximando as fotos de Eugène Atget  na época, recém-descobertas  ao aparecimento do surrealismo, ele compreende que os novos temas buscados pelo fotógrafo eram as coisas abandonadas, a ruas e lugares em via de desaparição.

O plano da pele – Jenny Saville

março de 2018

Edição: 19


A arte na era de sua reprodutibilidade em espelhos pretos:
espelhos estes que de forma infinita reproduzem um mundo de clichês, de mesmas ideias, de polarizações radicais e empobrecidas..

Memeografo #19

março de 2018

Edição: 19


Depois de meses de reflexão profunda sobre os memes que tinha visto já neste ano de 2018

NEBULOSAS

março de 2018

Edição: 19


Nebulosas são uma metáfora de encontros, confrontos, desencontros, conflitos. Metáfora de rupturas claras, difusas - das quais às vezes nem sequer se deu conta

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